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Com histórias de vida completamente diferentes, os corretores estabelecem uma relação de trabalho harmoniosa que reflete no sucesso do setor de Vendas da imobiliária

 
Ele pisou em Santa Maria no dia 24 de julho deste ano, apenas três meses atrás. Ela é natural do Coração do Rio Grande. Ele, pela primeira vez, deixou a cidade natal, Ribeirão Preto/SP, para morar em outro lugar. Ela já passou pela experiência de morar em outras cidades. O que Ricardo Antônio de Freitas Aleixo, 34 anos, e Fabiana Lara Ribeiro, 42 anos, têm em comum?
 
Ambos são corretores e recém-chegados na Imobiliária Taperinha.
 


 
Todos os dias eles compartilham a rotina do setor de Vendas da empresa. E em meio à competitividade inerente à função de corretor, o que chama a atenção é o companheirismo.
 
– Aqui a competição é com nós mesmos, pois a venda é um desafio, precisa nos manter focados, já que vivemos um dia após o outro, uma roda-viva. Mas não a competição com o colega. Isso tem haver com o ambiente diferenciado da empresa.  É tudo organizado, tudo é feito com transparência – explica Fabiana.
 
Fabiana é casada há 27 anos e mãe de Lorenzo, de 17, e Carmella, de 7. Até 2011, dedicava-se exclusivamente a casa e à família. Foi a venda do apartamento onde morava e as negociações do imóvel que despertaram nela a vontade se tornar corretora. Então fez o curso, estagiou e passou por outras empresas até chegar à Taperinha, em agosto deste ano:
 
Histórias Taperinha Novos Corretores Fabiana Ribeiro Foto 04– Casei aos 21 anos. Sempre quis trabalhar fora, mas não me encontrava. Aí os filhos foram crescendo e eu comecei a me cobrar: o que fiz na vida? Hoje não consigo mais me ver em casa. E estar na Taperinha é muito bom. Sempre quis trabalhar aqui, mas não me achava capaz, queria bagagem pelo peso do nome da imobiliária. Até que fiz as entrevistas e deu tudo certo.
 
Ricardo, ao contrário, trabalhou desde cedo pela independência financeira. Ainda adolescente, ajudava o pai em uma loja de móveis. Em seguida, passou a trabalhar como taxista e empreendeu, tendo sua própria empresa de transportes por mais de 10 anos. Depois, se tornou corretor e cursou Processos Gerenciais, pela Faculdade Anhanguera. Até meses atrás, trabalhava em uma imobiliária de Ribeirão Preto, quando a namorada Juliana o surpreendeu com a notícia de que havia passado em um concurso. Juliana é médica e a vaga era para a cidade de Santa Maria. A Taperinha veio em um clique, junto de uma avalanche de mudanças:
 
Histórias Taperinha Novos Corretores Ricardo Aleixo Foto 05– Vendemos tudo o que tínhamos dentro de casa, colocamos as roupas nas malas e, de carro, viemos para Santa Maria. Chegamos em uma quinta-feira chuvosa, no dia 24 de julho. Meus amigos diziam: você é louco, não sabe nada de lá e vai. Mas vim. Pensei: sou corretor e me viro. A Taperinha foi a primeira empresa que encontrei e já me interessei quando digitei no Google: imobiliárias de Santa Maria. Foram duas semanas de tratativas, conversas com a Raquel, com o pessoal da Futura e eu comecei a trabalhar.
 

Diferenças que se somaram e refletiram em sucesso no setor de Vendas

 
E com trajetórias de vida completamente diferentes, os colegas estabeleceram um relação harmoniosa baseada no espírito de equipe. Em poucos meses, ambos já emplacaram vendas e fidelizaram clientes. Claro que cada um ao seu modo e com suas peculiaridades.
 
Eloquente e observadora, Fabiana gosta de falar de si mesma, da família e não poupa elogios ao se referir ao colega:
 
Histórias Taperinha Novos Corretores Foto 07– Apesar de ser mais quietão e reservado, desde que chegou o Ricardo assumiu uma posição de liderança aqui. Marca reuniões e dá ideias para a equipe de corretores. Ele também é muito atencioso com os clientes e supergentil, mesmo ao telefone. Aprendemos muito juntos.
 
Ricardo é resistente nas palavras, mas aos poucos revela seu carisma:
 
– Ai… me fogem as palavras. Não sei o que acontece. Deve ser por causa da foto, odeio ser fotografado (risos). Difícil falar de mim. Da Fabiana, o que vejo é ela sempre muito prestativa, vaidosa e sempre focada. Tá… vou falar do trabalho então, algo que me aconteceu. A primeira venda que fiz foi para um gaúcho bem tradicional, de bombacha. A Raquel até me orientou para ir com calma. Pensei que o cara ia achar: o que esse paulista, com esse sotaque, quer? Pensei que não ia dar certo, mas fechou a venda e foi uma relação superlegal com ele e com toda a família. E assim tem sido com todos na Taperinha. Mesmo que aqui seja tudo diferente, a dinâmica das coisas, o sotaque, as comidas, as pessoas foram muitos acolhedoras. Não fiz só uma troca de empresa, mas de cidade, de tudo… Dizem que o gaúcho é mais bairrista, desconfiado. Eu não tive essa impressão.
 
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Texto: Pâmela Rubin Matge
Fotos: Juliano Mendes