História Taperinha Patricia Tondo
 
Entre um mate e outro, Patrícia Adriane Tondo Borba, 43 anos, com uma boa prosa e vários sorrisos, recordou um monte de histórias.
 
Assunto é o que não faltou para ela, que já foi até 1ª prenda da 13ª Região Tradicionalista e 3ª prenda do estado. Também foi uma pioneira no Centro de Pesquisa e Folclore Piá do Sul, ao ser a primeira mulher a integrar a patronagem da entidade no cargo de “Agregada das Fala”, desempenhando função semelhante a de um mestre de cerimônias.
 
Hoje, as ocupações são muitas. Patrícia é mãe, enfermeira com atuação voltada à saúde pública e uma eterna disseminadora da cultura gaúcha. Mulher que diz apreciar as simplicidades cotidianas, injeta energia e dedicação em tudo o que faz. Porém, ela revela que essa percepção só veio com a chegada dos icônicos 40 anos:

História Taperinha Patricia Tondo

– Depois dos 40 anos, começamos a valorizar mais cada momento. Valorizo a família, a relação com meu filho e o meu dia a dia. Depois dos 40 passamos a contemplar as coisas com outros olhares e isso não tem preço.
 
Não é à toa que o olhar sensível de Patrícia a permite transitar em diferentes áreas com total doação. Seja em casa, nas unidades de saúde, onde mantém contato direto com a comunidade, na gestão de eventos ou, ainda, pilchada e dançando sobre um tablado. Tudo é praticado com amor.
 

Movida pela tradição

 
A tradição é um dos valores que mais norteiam a vida de Patrícia. Foi no ambiente do CTG que ela conheceu o marido. Na hora de escolher o primeiro imóvel do casal, algumas prioridades foram levadas em consideração:

Histórias Taperinha Patricia Tondo

Créditos: Arquivo Pessoal

– A primeira coisa que a gente procura é a confiabilidade. E nisso a Taperinha tem uma forte ligação comigo. Quando casei, em 2000, foi com eles que aluguei meu primeiro apartamento. Isso marcou o início de uma nova vida. Lá eles têm tradição e profissionais capacitados. Depois que deixei de ser locatária, minha mãe comprou um apartamento e nos vimos do outro lado, que é o de ser proprietário. A imobiliária sempre tratou tudo com cuidado, foi criteriosa nas vistorias e, diante de qualquer problema, esteve sempre à disposição.
 
E movida pela tradição e pela paixão nas coisas que faz, ela resume sua trajetória até o momento:
 
– Foram anos bem vividos. Ter 40 anos é tudo de bom!
 
História Taperinha Patricia Tondo
 
Texto: Pâmela Rubin Matge
Fotos e vídeo: Juliano Mendes
 

Fotos do Acervo Pessoal

 


 

Confira o Vídeo da Patricia