Depois de tanto tempo de dedicação e preparação, finalmente você alcançou o objetivo e agora é o mais novo “bixo” ou “bixete” da Universidade Federal de Santa Maria, da Unifra ou de outras instituições de Santa Maria. Nessa época, além das incertezas do início do curso e da fase acadêmica, também vêm as perguntas sobre o novo lar. É importante saber que você não é o primeiro, nem o único e muito menos o último a ter de sair de casa para estudar.

 

O ideal é começar a pesquisar as opções antes, aproveitar para visitar a cidade e se aclimatar. Conhecer as ruas, opções de lazer, mercados, infraestrutura e conhecer as distâncias até a universidade. Tudo isso contribui para fazer uma escolha que caiba no bolso e torne a mudança confortável. Depois escolha o tipo de moradia:

 

Apartamento convencional

Uma cidade-universitária como Santa Maria oferece diversas opções de moradias para alunos de fora, que vão desde apartamentos convencionais até repúblicas. Para algumas famílias é comum investir na compra de um imóvel, que vai abrigar o aluno durante o curso e se valorizar para futuras vendas. Nesse caso é possível iniciar a própria república, já que é possível alugar os quartos para outros estudantes em imóveis maiores.

 

No caso da locação, também é uma opção morar sozinho na nova cidade. É claro que é uma escolha mais cara, pois não há como dividir os gastos com aluguel, condomínio, luz, entre outros que surgem com a nova vida (Confira aqui os primeiros gastos: http://taperinha.com.br/noticias.php?id=39&titulo=primeiros_gastos_no_novo_lar). Um apartamento no centro de Santa Maria, por exemplo, não sai por menos de R$ 500 e pode passar dos R$ 1.000 dependendo do tamanho, mas tem a vantagem de ter mais privacidade, controle da moradia e conforto.

 

Ingressar em uma república

Outra opção é encontrar uma república já constituída, e elas são tradicionais em cidades acostumadas a receber universitários. Os custos normalmente são divididos ou o proprietário do imóvel pode cobrar um valor fechado mensal e oferecer aos colegas água, luz, internet e até faxina e alguns mantimentos básicos, num esquema próximo ao de pensões.

 

A desvantagem é que a convivência com pessoas desconhecidas quase nunca é fácil, além da falta de privacidade em dividir banheiro, cozinha e áreas comuns da casa com os colegas da república.

 

Moradias estudantis

Aos “bixos” e “bixetes” que ingressam nas universidades federais também é possível buscar as moradias coletivas estudantis. Na maioria dos casos é preciso manifestar interesse por listas de espera para conseguir um quarto e a triagem considera fatores socioeconômicos na distribuição de vagas.

 

Como o Sisu – Sistema de Seleção Unificada – permite a mobilidade de alunos de todas as partes do Brasil, o governo oferece bolsa de estudos de R$ 400 para ajudar com o sustento na nova cidade. Porém, essa bolsa também leva em conta os critérios socioeconômicos, então não são todos os acadêmicos que podem solicitar os benefícios.